Novas tendências no setor funerário geram reflexos econômicos e ampliam oportunidades de inovação, destaca Tiago Schietti.

Novas tendências no setor funerário estão redefinindo modelos de negócio, estratégias de expansão e oportunidades de investimento em todo o país. Na visão de Tiago Schietti, essas transformações impactam diretamente a economia do segmento e influenciam decisões ligadas ao planejamento urbano e à expansão de cemitérios.

O setor funerário deixou de operar de forma tradicional e passou a incorporar inovação, gestão profissional e visão estratégica. Este artigo explora as principais tendências, seus efeitos econômicos e como investidores podem se posicionar diante desse cenário. Se você busca entender onde estão as novas oportunidades e como antecipar movimentos do mercado, siga na leitura.

Quais são as novas tendências no setor funerário?

As novas tendências no setor funerário envolvem modernização estrutural, digitalização de processos e diversificação de serviços. O modelo centrado apenas na venda de jazigos cede espaço para soluções integradas, que incluem planos funerários, crematórios e serviços de memorialização personalizados.

Conforme Tiago Schietti explica, a profissionalização da gestão é uma das mudanças mais relevantes. Empresas passaram a adotar indicadores de desempenho, planejamento financeiro estruturado e estratégias comerciais baseadas em dados. Isso fortalece a previsibilidade de receita e amplia a atratividade para investidores.

Como essas tendências geram reflexos econômicos?

As transformações do setor não impactam apenas a operação interna das empresas. Elas geram reflexos econômicos diretos, tanto no mercado imobiliário quanto na cadeia de serviços associada ao segmento funerário.

Tiago Schietti analisa que mudanças no perfil das famílias impulsionam novos modelos de negócio.

Tiago Schietti analisa que mudanças no perfil das famílias impulsionam novos modelos de negócio.

De acordo com Tiago Schietti, a expansão de cemitérios planejada com base em dados demográficos cria valorização imobiliária e estimula investimentos de médio e longo prazo. Quando o empreendimento está alinhado ao crescimento urbano, o ativo tende a ganhar relevância estratégica.

Outro reflexo importante está na geração de empregos e na movimentação de fornecedores especializados. A modernização tecnológica exige capacitação profissional, aquisição de equipamentos e contratação de serviços técnicos, o que amplia o impacto econômico do setor.

Planejamento urbano e expansão de cemitérios: onde estão as oportunidades?

Planejamento urbano e expansão de cemitérios formam um eixo central para investidores atentos às mudanças estruturais das cidades. O crescimento populacional e o envelhecimento demográfico ampliam a demanda por serviços funerários organizados e sustentáveis.

Entre as principais oportunidades identificadas nesse contexto, destacam-se:

  • Implantação de cemitérios parque em regiões de expansão habitacional;
  • Construção de crematórios em cidades com oferta insuficiente;
  • Parcerias público privadas para modernização de estruturas antigas;
  • Verticalização de jazigos em centros urbanos consolidados;
  • Desenvolvimento de planos funerários vinculados a novos empreendimentos.

Essas iniciativas combinam demanda contínua com potencial de valorização imobiliária. Segundo Tiago Schietti, quando o investidor articula planejamento urbano, análise demográfica e gestão eficiente, o risco diminui e o retorno tende a ser mais consistente.

Ao integrar essas oportunidades a uma estratégia de longo prazo, o setor funerário deixa de ser visto apenas como serviço essencial e passa a ocupar posição relevante no portfólio de investimentos estruturados.

O setor funerário está se tornando mais atrativo para investidores?

A atratividade do setor funerário aumentou à medida que a gestão se profissionalizou e os empreendimentos passaram a operar com maior transparência. Investidores buscam previsibilidade, estabilidade e ativos ligados a demandas permanentes da sociedade.

Como aponta Tiago Schietti, a combinação entre receitas recorrentes de planos funerários e valorização imobiliária cria um modelo híbrido interessante. Esse formato equilibra fluxo de caixa contínuo e potencial de ganho patrimonial.

De igual maneira, o alinhamento com práticas sustentáveis fortalece a reputação do empreendimento. Projetos que respeitam critérios ambientais e dialogam com o planejamento urbano encontram menos barreiras regulatórias e conquistam maior aceitação social.

Inovação e estratégia como motores do crescimento

A fim de que novas tendências no setor funerário e seus reflexos econômicos revelam um mercado em transformação, mais estruturado e orientado por dados. A integração entre inovação, gestão profissional e planejamento urbano redefine a forma como o segmento se posiciona.

A expansão de cemitérios, quando baseada em estudos técnicos e projeções demográficas, deixa de ser uma resposta emergencial e se torna decisão estratégica. Isso amplia oportunidades para investidores que buscam ativos resilientes e alinhados às necessidades reais das cidades.

Nesse sentido, compreender essas tendências é fundamental para identificar movimentos de valorização e consolidar investimentos sustentáveis. O setor funerário evolui, e quem acompanha essa evolução com visão estratégica tende a colher resultados sólidos no longo prazo.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

 

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